30 de nov de 2010

Peça do sogro

Essa aconteceu há um tempo. Lembrei-me hoje e dei boas gargalhadas. Resolvi, então, compartilhar. ;)
Meu namorado costuma avisar quando sai. Iríamos sair e seus pais não estavam em casa. Não diferente, ligou para o pai e ele não atendeu. Assim, deixou um recado na geladeira:


Saimos, coisa e tal. Quando ele volta pra casa, se depara com uma pequena (e ao mesmo tempo enorme) mudança no recado:


Percebem? Percebem a gravidade? hahahahaha
E CLARO que isso é coisa do pai dele (meu respectivo sogro).
Não dá nem tempo de ter vergonha numa situação dessas!

27 de nov de 2010

Como mudam..." (2)

Ainda que não cantorA, e sim cantor (ou sei lá do que você pode se referir a ele), é uma aberração do mundo das mudanças.
Estava eu indo à faculdade, quando ouço "É a musa do verão, nãnãnãnã..." e me lembro do quanto essa pessoa (Felipe Dylon) mudou o visual. Âir. Olhem:



Agora, por favor, alguém me diz o que faz uma pessoa estragar taaanto um visual dessa maneira. Pior de tudo: não deu certo, né, gato? Você fazia "sucesso", agora faz medo. Alguém ainda ouve falar neste ser?

25 de nov de 2010

Como mudam...!

Tava aqui dando uma olhada nos vídeos d'Os Novos Baianos, quando cliquei numa música deles que eu gosto muito, 'A menina dança'. Pra quem não sabe, a música é de Moraes Moreira, mas Baby Consuelo canta. E foi Baby que me fez iniciar o post. Gente, eu tou impressionada com o quanto essa mulher mudou (em relação a TUDO: fisicamente, estilo, voz), desde a época d'Os Novos Baianos até agora. Observem bem:


Mas o que mais me chocou mesmo foram as divergências entre os vídeos: Esse (que eu comentei acima) e esse aqui. Saquem quaaanta mudança. E aqui pra nós, prefiro a Baby antiga, nos trejeitos (novos) baianos e simples de ser. Essa voz (e estilo) atual dela tá intragável e não combina nada com 'A menina dança' ("Yeah, yeah!" NÃÃÃÃO, Baby).
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Falando nisso...
Outras (cantoras) queridinhas que mudaram radicalmente seus estilos:

Maria Rita passou de quase hippie pra apostar nos minivestidos e decotes; de se apresentar descalça a saltos enormes. Não curti o novo estilo, não combina com a música, nem com ela.

Outra que NÃO PÁRA de mudar o visual é Wanessa Camargo. Pelamor, né, minha filha? Apelação total.

E aí? Quem mais mudou/muda muito?

20 de nov de 2010

Paraísos (totalmente) artificiais

Muitos sabem, outros não: fui figurante de um filme brasileiro (Paraísos Artificiais, dirigido por Marcos Prado), junto com o namo lindo e alguns amigos.
Mais pela experiência (nããão, nunca pela mísera grana de R$ 70,00 :O), fomos empolgados "à fama".
Gravamos cenas de uma rave na praia do Paiva. Ér, a gente e 1500 pessoas (é, MIL E QUINHENTAS PESSOAS). O cenário tava lindo, buuut...

O(s) detalhe(s) é(são) o(s) seguinte(s): chegamos às 9h30. Deixamos nossas bolsas e afins num guarda volumes e nos transfirimos pra um lugar cheio de mesas, onde descobrimos que iríamos almoçar. Ei, eram 10h30. Beleza, que eu almoço cedo (12h), mas eu não tava afim de almoçar, pô. Enfrentamos a fila (âir) e pegamos a comidjinha. Era arroz duro, purê salgado e carne dura. O que eu comi? Duas carnes, e um pouquinho do purê.Em seguida nos transfiriram pra o set, o local de filmagem. Ficamos quarando no sol até 13h30, que foi a hora que resolveram colocar as 1500 figurinhas (nunca vi tanta gente diferente/estranha/feia/bonita/drogada/fedorenta) pra dançar. Entre "Bora pessoaaal, dançaaando!", "Vai música, vai câmera, A-ÇÃO!", "CORTA! Não olha pra câââmera, pessoal", "Valheeeeu, foi bom, mas pode melhorar. Vamos repetir!!!", "Valheeeeu, foi perfeito, mas vamos repetir" (x10), dançávamos sem parar à base de água.
Às 17h, o corpo, que já avisava algo errado, começou a chamar palavrão. Meu estômago, por exemplo, gritou 3 "tome no cu" e 7 "puta que pariu". Sentamos e não ouvimos mais monitor nenhum.
Às 18h30, descobrimos que iríamos comer lá perto do set mesmo, ou seja, não iríamos pra perto de nossas bolsas (lo-tadas de comida) nem tão cedo. Às 19h as pessoas não escutavam mais nenhum comando, foram se dirigindo ao local do jantar, até pq já tinha se passado quase 10 horas sem comer (absurdo!).
EU nunca me vi tão desesperada na vida. Saí correndo (assim como todo mundo. Imaginam? Nem queiram) com toda minha força. Passando por um monte de buracos, ferrando os joelhos, cortando os pés. Não pensava em nada, só em chegar próximo a fila da comida. Acho que só sabe o quão punk foi, quem estava lá. A fila ficou e-norme. Tipo do início da praça de Casa Forte até a igreja (depois procuro saber essa distância). E não era uma fila indiana, eram de 3 em 3, 4 em 4.
Eu me senti uma mendiga na fila de um sopão, velho.
Finalmente, comemos. Dançamos mais, e mais, e mais, e mais... Até que o corpo não aguentava mais: sentamos.
Pra resumir: deixamos o set às 0h30. Pegamos nossas bolsas, comemos e nos dirigimos de volta à Recife às 2h. Cheguei em casa às 3h... PO-DRAÇA.
Caralho, que vida de cão essa de figuração. Não existe, pôôôô... :~
Por isso que eu NUNCA mais zombo de nenhum figurante. São uns guerreiros, uns lindos e "profissionais" de primeira. (RÁ, como eu fui. ;])
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Bafa: O filme tem Nathália Dill (a autista) como protagonista. Numa das cenas ela dá mó beijão na loirinha (a outra atriz lá desconhecida, que eu não sei o nome). --> (Update: Lívia Bueno, o nome da loira)


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Update:


1ª foto: A rave à noite, com 1/12 das pessoas presentes.
2ª foto: Nathália Dill (mutxolôka) e um pouquinho da atriz loira (Update: Lívia Bueno).

Pra saber mais do filme, a Globo NE fez uma reportagem nesse dia: É só clicar!

3 de nov de 2010

Vizinhança felina

Quem me segue no twitter (@aliinealvesb), deve lembrar que eu andei assustada com os miados dos gatos habitantes do condomínio. Achei que fosse treps ou algo do gênero.
Maassss ontem à noite, por volta da 0h, ao me deitar, os gatos iniciaram aquele barulho outra vez. Eu, curiosa, fui lá olhar. Era uma briga. Eles estavam um de frente para o outro, miando MUITO alto, meio envergados e girando lentamente (como um duelo num carrossel).
Na hora, não tive dúvida: vou provar que realmente tava ouvindo esses miados (altos, intensos e de longa duração). Peguei o celular e filmei. Como a rua tava muito escura, não dá pra ver nada, mas o que interessa (o som) dá pra sacar legal.

Ah, o fim do áudio é quando eles, finalmente, se atracam.

Clique aqui e ouça

P.S.: Após a gravação, pus pra reproduzir o vídeo. Os gatos ficaram procurando de onde vinha o som. Se assustaram e cada um foi pra o seu lado. hahahaha O bom é que o barulho findou. Ainda bem! :D

1 de nov de 2010

A voz da consciência


É feio colar conversas, mas isso é muito mais que tosco (mereceu!):

- Aline diz:
vais hoje? (pra faculdade)
Ígaro diz:
rapaz.... to pensando ainda, viss?!
- Aline diz:
unrrum
Ígaro diz:
e tu?
- Aline diz:
vou
Ígaro diz:
to sentindo que tu vai acabar me convencendo a ir
- Aline diz:
oxe
Ígaro diz:
tu vai pq tu quer ir ou pq tu acha que vai haver algo importante?
- Aline diz:
assim, eu vou pq eu quero... nunca espero muito de Apolinário
Ígaro diz:
mas assim, tu vai pq não aguenta ficar em casa e quer sair para um lugar com teu namorado, ou tu vai pq acredita numa possível relevância para a aula de hj?
- Aline diz:
meu deeeeeeeus, ígaro
- Aline diz:
cá pooorra
- Aline diz:
eu vou pq eu quero.
Ígaro diz:
gaizoi
Ígaro diz:
quero um bom motivo para ir hj, juro
- Aline diz:
oooxe hahahaha
- Aline diz:
né fogo
- Aline diz:
quando eu não tou afim de te convencer, tu fica apelando pra eu fazer isso
- Aline diz:
ôr
Ígaro diz:
ééé
Ígaro diz:
tu que me acostuma mal
- Aline diz:
mááárr
Ígaro diz:
vc tem se tornado a voz da minha consciencia
Ígaro diz:
quando eu to pra fazer merda, eu ouço tua voz "Pooorra Ígaro?!?! Tu tá certo?"
- Aline diz:
MEU Deus!!!
- Aline diz:
hahahahahahahaha
Ígaro diz:
por exemplo, eu imaginei sua voz quando acordei no domingo, em uma parada de onibus na caxangá, bêbado e com um ferimento do caralho ao lado do meu olho esquerdo